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Gestão Financeira

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Relatórios Financeiros (o que é, como fazer e sua importância)

Relatórios financeiros são ferramentas fundamentais para a tomada de decisão nas empresas. Existem inúmeros tipos de relatórios que vão auxiliar a gestão do negócio. Seja nos próximos investimentos, análise da saúde financeira e taxa de inadimplência, por exemplo.

Porém, apesar da grande relevância para o sucesso do negócio, muitos empresários ou gestores do departamento financeiro nas PME’s ainda têm dúvidas ou desconhecem a real importância dos relatórios. Sendo assim, escrevemos este artigo para esclarecer os seguintes pontos:

  1. O que são os relatórios financeiros?
  2. Qual a diferença entre métrica e indicador?
  3. Como gerar relatórios?
  4. Quais são os tipos de relatório?
  5. Qual a importância dos relatórios financeiros?

Planilha de Gestão de Mensalidades - Contas a Receber

1. O que são relatórios financeiros?

Os relatórios financeiros são compilações de dados de um determinado período considerando uma atividade ou transação específica. Por exemplo, os registros de contas a pagar e a receber vão te dar o relatório financeiro conhecido como fluxo de caixa.

O objetivo dos relatórios é fornecer dados para a gestão do negócio, permitindo a extração de informações que facilitem a tomada de decisão. Por isso, é importante ter registros fiéis à realidade. Sem erros, os relatórios serão um indicador confiável sobre a atual situação da empresa.

Como você percebeu, falamos de dados e informações. Os dados remetem às métricas, enquanto as informações são extraídas dos indicadores. Portanto, para fazer bons relatórios financeiros, devemos entender a diferença entre métrica e indicador.

2. Qual a diferença entre métrica e indicador?

Para entendermos melhor os relatórios financeiros, devemos ter em mente os conceitos de “métrica” e “indicador”, reconhecendo sua diferença.

A métrica é o dado bruto. São esses dados que formam o indicador. São exemplos de métrica:

  • Total de faturas enviadas;
  • Total de faturas não pagas;
  • Ticket médio;
  • Tempo de permanência dos clientes.

Portanto, o indicador é diretamente alimentado pelas métricas. Através do indicador, o gestor do negócio poderá colher informações. Concluindo, enquanto as métricas estão diretamente ligadas ao nível operacional, os indicadores contemplam o nível tático da gestão empresarial.

Métricas, Indicadores e Metas relacionados aos níveis operacional, tático e estratégico do negócio

São exemplos de indicadores:

  • Lucratividade;
  • Rentabilidade;
  • Churn (taxa de cancelamento);
  • Taxa de inadimplência;
  • LTV (Life Time Value ou Valor de Vida do Cliente);
  • CAC (Custo de Aquisição de Clientes).

Aprofundando os exemplo, podemos citar a Taxa de Inadimplência, que é um indicador que mostra o percentual de clientes inadimplentes. Para o cálculo da taxa, você precisa saber duas métricas: o total de faturas enviadas e a quantidade de faturas não pagas.

A razão entre essas duas métricas vai resultar no indicador Taxa de Inadimplência.

Calculo de Taxa de Inadimplencia

Em resumo,

“Métricas são coletadas e indicadores são calculados!”

3. Como gerar um relatório financeiro?

O primeiro aspecto que deve ser levado em consideração para a geração de um relatório financeiro é o indicador que será analisado e quais as métricas envolvidas. A partir disso, você poderá gerar o seu relatório financeiro, que será o registro dessas informações.

Portanto, tenha sempre em mente que, para gerar os relatórios financeiros, é necessário ter os registros das atividades e transações do seu negócio. Com esses dados (métricas), você vai organizar as informações, colher o indicador desejado e ter uma melhor compreensão do cenário atual e quais decisões deve tomar.

A depender da maturidade da gestão financeira da sua empresa, você pode gerar seus relatórios manualmente, com auxílio de uma planilha. Porém, a medida que sua demanda aumentar, escolher um bom gerenciador financeiro será essencial para a produção dos seus relatórios.

Utilizando um software de gestão, você se preocupará somente em registrar as informações, pois a maioria deles geram estes relatórios automaticamente ou com apenas alguns cliques.

Resumindo, para tirar o máximo proveito dos relatórios financeiros você precisa:

  1. Escolher o indicador a ser analisado;
  2. Definir métricas que vão calcular este indicador;
  3. Organizar suas métricas e indicadores em um documento, gráfico ou tabela. O objetivo aqui é facilitar a visualização do cenário analisado;
  4. Fazer análises;
  5. Tomar decisões.

Processo completo de como fazer relatórios financeiros

4. Quais são os tipos de relatórios financeiros?

Para facilitar a visualização e entendimento prático, comentamos sobre os principais relatórios gerenciais financeiros.

Relatório de Fluxo de Caixa

O fluxo de caixa é o resumo financeiro de entradas e saídas de capitais da empresa. Ele usa como base um período que varia de um dia a dois meses. Se for monitorado com frequência, permite agir estrategicamente para que as entradas sejam maiores que as saídas, de forma a evitar prejuízos.

Demonstrativo de Resultado de Exercício (DRE)

O DRE é um relatório mais complexo que o fluxo de caixa. O objetivo dele é demonstrar os resultados de um determinado período do negócio. Diferentemente do fluxo de caixa, que é um relatório essencial para a visão rápida da situação financeira e podem ser usados em curtos períodos, o DRE é utilizado ao final de período um pouco mais, como forma de registrar os resultados de um semestre ou ano, por exemplo.

Planejamento Orçamentário

Elaborado, em média, a cada seis meses, o planejamento orçamentário permite a comparação de resultados entre períodos. A partir dos dados coletados e analisados, a gestão terá a possibilidade de planejar o orçamento disponível para gastos e investimentos futuros.

Relatório de Contas a Pagar e a Receber

É importante ter um relatório organizado com todas as contas a pagar e a receber. Dessa forma, é possível saber o que deve ser pago em um determinado período e os valores que já estão previstos para entrar no caixa, como as compras parceladas pelos clientes.

Planilha de Gestão de Mensalidades - Contas a Receber

Balanço Patrimonial

Trata-se de um registro de todas as movimentações financeiras da empresa em um determinado período. Neste relatório, considera-se os ativos (bens + direitos), passivos (obrigações com terceiros) e patrimônio líquido (obrigações com a própria empresa) do negócio.

Geralmente, por ser um relatório com maior grau de aspecto técnico da contabilidade, este é um relatório desenvolvido junto com contadores.

5. Qual a importância dos relatórios financeiros?

O princípio da administração é ter controle sobre todas as áreas de atuação de um negócio para que seja possível o acompanhamento e análise de um determinado período, visando projetar ações estratégicas.

Dessa forma, se a administração exige controle, são os relatórios financeiros que vão permitir isso. Então, podemos dizer que não há gestão sem os relatórios. Lembre-se também que registros são importantes para a gestão do conhecimento.

Para facilitar a geração dos seus relatórios, você deve saber como escolher um bom gerenciador financeiro. Existem inúmeras opções no mercado, cada um com sua especialização. Portanto, você deve ter em mente quais são as atividades e aspectos essenciais para a sua gestão financeira.

Por exemplo, a Fatura Simples oferece um software financeiro que faz a gestão de faturamento e emissão automática de notas, boletos e cobranças. Os relatórios financeiros gerados pela nossa plataforma estão ligados diretamente à taxa de inadimplência, contas a pagar, contas a receber.

Se você ainda tem dúvidas em como escolher um gerenciador financeiro, levantamos alguns pontos essenciais para levar em consideração neste processo de escolha no artigo “Como escolher um gerenciador financeiro?

4 dicas para otimizar o controle de contas a pagar e a receber

Ter uma organização sólida, que gere dados para melhores tomadas de decisão é o desafio de qualquer gestor que queira evoluir/crescer o negócio. Fazer o controle de contas a pagar e a receber é essencial para a eficiência do setor financeiro.

Crie um cenário que você possa acompanhar, com fácil acesso, o status de cada compromisso financeiro do seu negócio. Seja na hora de pagar suas contas ou quando for receber por serviços prestados.

Considerando a importância deste controle para a saúde financeira da empresa, comentamos sobre 4 pontos indispensáveis para que você mantenha uma boa gestão de contas no seu negócio. É simples!

1. Registrar e analisar informações

Registrar todas as entradas e saídas sempre é o mínimo que se pode fazer em qualquer negócio que queira crescer. Esta é a base da sua prestação de contas.

Um bom começo é utilizar uma planilha de fluxo de caixa. Com essa ferramenta, você pode monitorar toda entrada e saída de recursos operacionais do negócio. Algumas informações que devem ser registradas:

  • contas pagas;
  • vendas faturadas;
  • Investimentos em marketing;
  • custos de produção ou prestação de serviço;
  • despesas de funcionários.

Além disso, é com o fluxo de caixa que você realiza projeções financeiras. Basta fazer uma análise com base em todo o histórico financeiro da empresa. Com as informações registradas, você se prepara melhor, agindo adequadamente em qualquer situação.

2. Utilizar um gerenciador financeiro

Utilizar as melhores ferramentas disponíveis para administração do negócio facilitará a sua vida. Você pode utilizar desde uma planilha grátis ou, preferencialmente, uma plataforma paga. Assim, você poderá contar com a equipe de suporte.

Além de automatizar diversos processos, utilizar tecnologia adequada te permitirá realizar diversas ações e fornecerá informações essenciais em tempo real. Por exemplo:

  • ser notificado sobre cobranças a fazer ou contas a pagar;
  • ter acesso a gráficos e indicadores de desempenho;
  • emitir faturas e até mesmo atualizar valores com cobrança de juros ou multa;
  • configurar sua régua de cobrança para melhor se ajustar ao seu negócio.

Existe inúmeras soluções, você só precisa saber como escolher a que mais se adequa ao seu perfil. Por exemplo, existem plataformas que trabalham com a gestão de cobranças. A emissão de faturas, boletos e notas fiscais e sua régua de cobrança, nesse caso, é realizada de maneira automática para o cliente.

Por meio de ferramentas de comunicação digital, como e-mail e SMS, a plataforma incorpora no processo as cobranças de cada cliente até o pagamento ser confirmado. Isso, facilita o acompanhamento de cada caso de uma maneira mais ampla, permitindo que a máquina faça todo o controle de contas a pagar e a receber.

3. Definir bem os processos gerenciais

É importante definir cada etapa do processo e acompanhar a execução. Um bom começo é estabelecer prazos para o pagamento de fornecedores e para o recebimento de clientes, pois é uma forma de organizar um cronograma financeiro.

Além disso, é preciso definir qual é o papel dos colaboradores em todo o processo. Eles precisam ter funções bem claras, como os procedimentos de registro, de emissão e coleta de notas fiscais. Para isso, é claro, você deve investir no treinamento de toda a equipe.

Nós disponibilizamos um e-book que fala sobre a régua de cobrança, um processo essencial no controle das contas a receber. Baixe gratuitamente o nosso “Guia Prático para realizar Cobranças com Sucesso”.

 

4. Criar estratégias de cobrança

É importante falarmos sobre as estratégias de cobrança e como você vai posicionar seu negócio. Nesta questão, você deve pensar como será o método para aquisição do serviço/produto e também quais meios de pagamento serão aceitos.

Além disso, é essencial estabelecer políticas de controle, normas de conduta para os profissionais que vão atuar nos casos mais delicados e como todo o processo de cobrança será realizado. Determine prazos, formas de pagamento, ouvidorias para o cliente, entre outras coisas.

Para otimizar o controle de contas a pagar e a receber, é importante que exista uma união entre tecnologia, processos padronizados e uma equipe qualificada. Com esse tripé, você garante uma gestão financeira mais equilibrada, o que é fundamental para que seu negócio cresça com organização e planejamento.


Entenda a importância do planejamento financeiro nas PMEs

Aumentar o faturamento parece decisivo para um negócio de sucesso. Principalmente, quando a empresa é de pequeno porte ou está há pouco tempo no mercado. No entanto, é o bom planejamento financeiro nas PMEs que será responsável por garantir as chances do faturamento crescer.

Segundo o SEBRAE, a falta de planejamento é a principal causa mortis das empresas nos primeiros anos. Quando empreendedores foram perguntados o por quê, 19% respondeu que foi devido a falta de capital/lucro.

Entender a real situação da empresa é o ponto de partida para a tomada de decisão. Para qualquer negócio, toda decisão deve levar em consideração como estão e como ficarão as contas.

A expansão de uma PME expõe muitos problemas e gargalos. Para que o crescimento não seja interrompido, é importantíssimo que soluções sólidas sejam criadas/utilizadas para sanar as dores encontradas. O bom planejamento financeiro vai te permitir lidar com essas situações de maneira rápida e efetiva.

Neste artigo, falamos sobre 3 benefícios do planejamento financeiro e comentamos sobre algumas ferramentas e práticas para você planejar o crescimento da sua empresa.

1. Identificação de riscos e oportunidades

Conhecer sistematicamente as finanças da empresa te permite identificar riscos e oportunidades com agilidade e precisão. Saber informações detalhadas de fluxo de caixa e inadimplência são essenciais para assumir novos custos e investir no crescimento da empresa.

  • Inadimplência fora de controle ou despesas sempre crescentes são riscos que devem ser mapeados rapidamente;
  • Produtos ou serviços com bom retorno sobre investimento e alta aceitação pelo mercado devem receber investimento para que tenham seu crescimento acelerado.

Apesar de bastante comuns, casos como esses só são identificados quando se tem informações claras para análise. A sua capacidade de identificar rapidamente riscos e oportunidades será determinante na efetividade da resposta para cada situação.

2. Investimentos certeiros com informações precisas

No planejamento financeiro, são alocados valores para investir em soluções a cada momento do crescimento da empresa. Cada investimento precisa estar associado a um objetivo específico. Deve-se considerar um contexto com orçamento limitado e diversos problemas por resolver.

Na prática, um bom planejamento orçamentário pode garantir investimentos com maior ROI (retorno sobre investimento).

Um exemplo bem simples é entender que novos clientes, provenientes de um investimento em comercial e marketing, demandam mais esforços em atendimento e na operação de retaguarda. Sem um investimento conjunto no crescimento, atendimento e operação, é possível que a qualidade da entrega caia.

Com uma previsão exata dos valores a receber no médio e longo prazo, você consegue programar com muito mais facilidade cada investimento que fará. Inclusive, pode assumir empréstimos para acelerar o crescimento.


3. Tomada de decisão sob condição de [in]certeza

A construção de um negócio de sucesso não pode depender da intuição. Dados precisos e informações bem fundamentadas devem ser base para a tomada de decisão. Assim, você cria uma estrutura de crescimento contínuo.

Evitar improvisos é importante! Especialmente, quando boa parte das decisões dependem de uma única pessoa. Em muitas PMEs, a direção é inevitavelmente muito ocupada e não consegue dedicar a devida atenção para lidar com cada situação.

Nesse cenário, um planejamento financeiro ajuda a distribuir a responsabilidade de decisão e execução entre a equipe. Por sua vez, a equipe deve tomar o planejamento como ponto de partida para os próximos passos.

Ferramentas de planejamento financeiro nas PMEs

Um bom planejamento financeiro nas PMEs deve ter informações precisas de toda movimentação já realizada e da prevista para os próximos meses ou anos. 

Adotar soluções que facilitem a gestão e análise dessas informações é essencial para construir um planejamento bem sucedido. Lembre-se que ter controle sobre as finanças da empresa te permite planejar quando e como os próximos passos serão dados.

Para te ajudar, selecionamos algumas ferramentas e práticas importantes para controlar e planejar o crescimento da sua empresa:

  • Fluxo de caixater uma visão clara de como o caixa da empresa se comporta ao longo do tempo é essencial. Assim, você pode diagnosticar a saúde financeira da empresa, acompanhar o capital de giro e planejar investimentos ou cortes de custos . Essa ferramenta pode ser encontrada em grande parte dos sistemas de gestão financeira;
  • Gestão e automação de cobranças: uma ferramenta eficiente para automação e gestão de cobranças é importante para manter a inadimplência sob controle. A solução impede o surgimento de gargalos advindos do crescimento da carteira de clientes;
  • Precificação:  o crescimento e sustentabilidade do seu negócio estão diretamente relacionados a quanto você recebe pelos serviços ou produtos. Para manter o equilíbrio, entenda bem o valor que entrega a seus clientes, o quanto isso te custa e qual a margem que você precisa para crescer de maneira sustentável;
  • Gestão de contas a pagar: acompanhar detalhadamente as despesas e custos da empresa é importante para saber onde cortar excedentes. Como diz Beto Sicupira, um grande empreendedor brasileiro, “Custo é como unha. Tem de cortar sempre”.

Entendeu melhor como funciona o planejamento financeiro nas PMEs? Agora, você já pode estruturar os próximos passos da sua empresa com mais tranquilidade e precisão. 

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KPIs financeiros: saiba como acompanhar e monitorar seus gastos!

Cada vez mais, os gestores percebem a necessidade de ter apontadores para monitorar o seu negócio. Para isso, existem os KPIs financeiros (indicador-chave de desempenho, do inglês key performance indicator). A maneira fundamental para avaliar a saúde financeira da empresa.

Neste post, você vai conhecer alguns dos principais KPIs financeiros que vão fornecer os dados necessários para conduzir sua empresa em uma trajetória de sucesso. Confira!

Lucro líquido

O lucro líquido é o valor que a empresa consegue em determinado período, considerando todo o seu faturamento, deduzindo dele os custos e as despesas.

Se no exercício anterior uma companhia registrou um faturamento de 10 mil reais e gastou 2 mil em matéria-prima e 5 mil nas demais despesas operacionais, seu lucro líquido será de 3 mil reais naquele período.

Esse é o valor que o negócio dispõe para poupar ou investir, uma vez que, em seu cálculo, todos os compromissos já foram quitados.

Margem de lucro

A margem de lucro mede a porcentagem de lucro em relação a determinada quantia. Este KPI é muito importante para saber se o seu produto, serviço ou negócio é lucrativo.

Este é um dos KPIs financeiros que pode ser usado nos mais variados campos do seu negócio. A sua fórmula é margem de lucro = (lucro/receitas) x 100.

Por exemplo, se você presta um determinado serviço por R$1000 e seus custos são de R$400. Você está em 60% de margem de lucro.

Margem de lucro = (R$600/R$1000) x 100
> Margem de lucro = 0,6 x 100 = 60%

ROI (Retorno do investimento)

Esse indicador mede o rendimento obtido a partir de certa quantia investida. Sabendo quanto se ganha com base nas aplicações feitas, você pode planejar melhor os próximos investimentos.

O cálculo do ROI é dado por (ganho obtido – investimento inicial) / investimento inicial. Assim, uma empresa que tenha contado com um investimento inicial de 50 mil reais e teve um ganho de 80 mil, tem o ROI igual a 60%.

Essa informação também é muito importante para a empresa receber aportes de capital, pois os investidores, que sempre analisam KPIs financeiros, poderão estimar quanto ganharão ao aplicar no seu negócio.

CLV (Valor do tempo de vida do cliente, do inglês Customer Lifetime Value)

Essa métrica refere-se ao valor recebido de um indivíduo enquanto ele é cliente da sua empresa. Também é feita uma estimativa de quanto tempo esse cliente vai se manter nessa posição. Para saber isso, questione:

  • Qual é o lucro líquido que a empresa obtém em média com esse cliente?
  • Durante seu ciclo de vida na empresa, quantas transações o cliente fez?
  • Qual é o tempo que ele tem como consumidor da empresa?

Por ser um dos KPIs financeiros que focam no consumidor, o CLV é muito importante. Em tempos de valorização da experiência do cliente, essa informação vale ouro! Assim, esse dado vai ajudar a direcionar os esforços para a fidelização dos clientes.

Ticket médio

Esse é o valor médio gasto pelos clientes do seu estabelecimento, dado pela receita bruta dividida pelo número de clientes de um determinado período.

Essa informação diz respeito à valorização do seu produto ou serviço, no mercado — o que reflete na empresa como um todo.

Índice de inadimplência (um dos mais importantes KPIs financeiros)

Esse indicador, sem dúvida, traz um dado preocupante. Ele mostra quais valores a empresa tem a receber e ainda não foram pagos.

Trata-se de um dado importantíssimo, não apenas para os sistemas de cobrança, mas também para buscar um equilíbrio financeiro do seu negócio.

O cálculo é bem simples! Por exemplo, num determinado período onde as vendas foram de R$20.000 e os pagamentos recebidos foram de R$18.000, a empresa ainda teria R$2.000 a receber.

Nesse caso, o cálculo do índice de inadimplência = (pagamentos pendente/total de vendas) x 100%. Considerando o exemplo acima…

Índice de inadimplência = (R$2.000/R$20.000) x 100
> Índice de inadimplência = 0,10 x 100 = 10%.

Portanto, nesse caso, quanto maior o índice de inadimplência, pior a situação financeira.

Esses são apenas alguns dos principais KPIs financeiros importantes para a sua empresa. Basta ficar atento a cada um deles e manter a atualização de dados para que você usufrua dos benefícios!

Importante lembrar que o uso de softwares na administraçãovai te dar acesso rápido e fácil a alguns desses ou outros KPIs.

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5 dicas para o cálculo de lucro de serviços

Abrir uma empresa é um caminho para que as pessoas cresçam com seus esforços e desenvolvam um negócio próprio. Porém, muitas delas encontram dificuldades em seus projetos por não tomarem cuidados administrativos. Um dos itens que merecem atenção é o cálculo de lucro.

De uma forma geral, o lucro é o valor resultante das suas vendas subtraídos os custos de produção e operação da empresa. Portanto, para entender o lucro, é preciso conhecer bem alguns aspectos relativos ao negócio:

  • custo por serviços: o valor para executar um trabalho;
  • despesas fixas: o valor mensal para manter a sua empresa operando;
  • cálculo de lucro geral: mede o quanto sua empresa está lucrando;
  • margem de lucro: mede a porcentagem de lucro que obteve em suas operações, indicando o quanto sua empresa é lucrativa;
  • preço final de venda: determina o valor que você precisa cobrar para que a sua empresa pague as despesas e ainda tenha lucro.

Todo esses elementos têm influência direta no cálculo do lucro e são de grande importância para conhecer mais sobre a sua prestação de serviço e o que a leva ser rentável ou não. Determinando, assim, a viabilidade do negócio ou a necessidade de adequar os valores cobrados, redução de custo ou outros aspectos do negócio.

Para te ajudar na gestão financeira da empresa, explicaremos nos próximos parágrafos cada um desses tópicos necessários para o cálculo de lucro. Confira!

1. Custo por serviços

Para calcular o custo para cada serviço basta quantificar tudo o que engloba o trabalho: materiais, horas trabalhadas, mão de obra, transporte e outros insumos.

O cálculo da hora trabalhada é feito pela soma do salário com os encargos sociais. Depois, é preciso dividir pela quantidade de horas trabalhadas em um mês (em média, no Brasil, uma pessoa trabalha 40 horas por semana e 160 horas por mês).

A fórmula é: custo da hora = (valor do salário + encargos sociais) / 160.

Exemplo: um funcionário recebe R$ 1.000 de salário e os encargos sociais são de R$ 600. O custo da hora = (1000 + 600) / 160 = R$ 10.

O custos dos materiais diretos é calculado pela soma do preço de todos os materiais usados para fazer o serviço. A fórmula do custo unitário do serviço é: custo unitário = custo da mão de obra + custo do material.

Exemplo: 1 hora de serviço com R$ 30 de material. O custo por serviço = 10 + 30 = R$ 40.


2. Despesas fixas

Despesas fixas são aquelas que não variam de acordo com o que foi produzido ou vendido. Por exemplo, aluguel, energia elétrica, água, telefone, Internet, contador, funcionários, gás e outros.

Basta somar tudo e você terá o custo fixo mensal.

3. Cálculo de lucro geral

O lucro é obtido a partir da diferença entre faturamento e custo. A fórmula é a seguinte: lucro bruto = receita totais – custos.

Exemplo: a empresa tem custo mensal de R$ 2 mil e faturamento de R$ 5 mil. O lucro bruto = 5000 – 2000 = R$ 3 mil.

4. Margem de lucro

A margem de lucro é diferente do lucro. Essa fórmula mede a porcentagem de lucro que a empresa teve em relação as suas receitas. O cálculo é: margem de lucro = (lucro / receitas) x 100.

Exemplo: usando os números do tópico anterior: a margem de lucro = (3000 / 5000) x 100 = 60. Logo, a margem de lucro é de 60%.

5. Preço final da venda

Para determinar o preço de venda de um serviço é necessário considerar dois indicadores: custo do serviço prestado e markup (gastos que não estão inclusos no custo, como tributos e despesas administrativas). A fórmula fica assim: preço de venda = custo + markup.

Exemplo: usemos os números dos tópicos acima e consideremos R$ 7 em tributos. O cálculo fica assim: preço de venda = mão de obra + custo do serviço + markup = R$ 10 + R$ 40 + R$ 7 = R$ 57.

Viu só? Com as fórmulas e exemplos apresentados neste artigo, você tem uma ideia melhor de como fazer o cálculo de lucro da sua empresa.

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Como escolher um gerenciador financeiro?

Conduzir as questões que envolvem uma empresa nem sempre é fácil. Sem eficiência nisso, o resultado é a falência. O gerenciador financeiro pode ser um grande aliado para manter as informações organizadas, construindo uma base sólida para o crescimento do seu negócio.

Antes de definir com qual sistema trabalhar, é importante checar se a plataforma se adapta às necessidades da empresa.

Neste post falaremos um pouco mais sobre o assunto, trazendo informações importantes para a escolha do seu gerenciador financeiro. Confira!

Entenda melhor o que é um gerenciador financeiro

O gerenciador financeiro é uma solução digital para aqueles que precisam manter suas finanças organizadas. Ideal para analisar o fluxo de caixa e controlar recebimentos, despesas e cobranças de faturas.

Com essa ferramenta é possível acompanhar tudo de maneira clara e dinâmica, sabendo o que acontece em tempo real em uma interface muito fácil de ser operada. O pontapé inicial para dispensar processos complexos e arcaicos.

Com base nos registros da plataforma, a visão do administrador em relação ao quadro financeiro atual da empresa fica precisa. Isso possibilita decisões embasadas e seguras. Assim, o próximo passo será sempre dado com convicção, em prol do desenvolvimento e otimização do negócio.

Conheça as vantagens de contar com essa solução

Para entender como podem ser interessantes os sistemas de gerenciamento financeiro, é importante falar sobre suas vantagens. Ter à disposição essas ferramentas é contar com benefícios diversos.

Controle financeiro

Uma das principais necessidades das empresas é o controle do fluxo de caixa. É possível ter conhecimento sobre tudo o que foi recebido, sobre despesas e custos, além dos pagamentos pendentes. O software dá base suficiente para a boa atuação dos administradores.

Fácil acesso aos dados

A organização eficiente dos dados permite que informações relevantes para as finanças da empresa sejam acessadas de maneira rápida e descomplicada, agilizando o trabalho no dia a dia.

Contando com uma plataforma hospedada na nuvem, você pode ter esse acesso de qualquer lugar. Basta ter acesso à internet.

Integração

No gerenciador é possível ter acesso a todas as informações relevantes para o setor financeiro da empresa em um ambiente só, sem precisar acessar planilhas e documentos específicos divididos por setores ou por entradas e saídas de recursos, por exemplo.

É possível ainda ter o cadastro dos clientes, modelos de documento e uma série de outras informações auxiliares para o bom funcionamento do setor financeiro.

Dados seguros

Utilizando as mais atuais tecnologias de segurança, essas ferramentas garantem a integridade dos dados. As contas estarão seguras de tentativas de ataques ou até mesmo da perda de informações. Em caso de qualquer dúvida sobre essa questão, há um suporte pronto para ajudar.

Receba dicas para aumentar os rendimentos do seu negócio!

Saiba o que considerar ao escolher um sistema

A escolha do seu gerenciador financeiro precisa ser feita com base no negócio para qual ele oferecerá soluções, assim é possível obter a melhor experiência de uso e com resultados satisfatórios. Para isso, é importante se atentar a alguns detalhes antes de fazer a escolha.

Suporte ao cliente

Os gerenciadores são funcionais e descomplicados, o que dispensa instruções sobre como operar no sistema. Ainda assim há o suporte que está pronto para tirar dúvidas dos usuários constantemente. Ele também atende em casos de funcionamento inadequado.

Portanto, contratar um sistema que tenha um bom suporte é essencial para evitar dores de cabeça, principalmente, durante a fase de implantação.

Adequação ao modelo de negócio

É importante verificar se o gerenciador escolhido atende a todas as necessidades da sua empresa, ou seja, se ele oferece recursos suficientes para o dia a dia de trabalho.

Há ferramentas, por exemplo, que têm foco na cobrança de faturas, sendo ideais para negócios que cobram mensalidades de 70 até 1.000 pessoas, tendo essa como uma necessidade forte, apesar de ser algo simples.

Em contrapartida, é fundamental checar a necessidade de funcionalidades mais complexas e detalhadas. Se esse for o caso, a empresa deve procurar um gerenciador com maior amplitude de soluções.

Fácil operação

Tempo é dinheiro para os negócios, então é importante que tudo que esteja envolvido com ele seja dinâmico e otimizado. Por isso, escolha um gerenciador que seja fácil no uso cotidiano.

Perder tempo tentando aprender como operar é algo que não está em pauta! Por outro lado, com o auxílio do suporte durante a fase de implantação, você logo dominará o sistema e poderá usufruir da sua capacidade máxima.

Saber um pouco mais sobre como o gerenciador financeiro pode atender ao seu negócio facilita a escolha, não é mesmo? Agora busque um que se adapte à sua realidade!

Gostou de saber mais sobre o assunto e está buscando um gerenciador financeiro rápido, eficiente e simples? Entre em contato conosco para saber mais sobre nossos serviços!

Planilha de fluxo de caixa: como aumentar sua produtividade e identificar falhas!

A sua empresa ainda tem dificuldades na organização financeira, com processos lentos, baixa produtividade e falhas na rotina empresarial? Então você precisa de uma planilha de fluxo de caixa.

Ela otimiza o seu tempo e seus recursos e melhora a sua rotina. Essa ferramenta também é um indicativo primordial para avaliar a saúde financeira da empresa.

Neste post, você verá como ela funciona e como pode aumentar a sua produtividade e minimizar falhas. Ao final, um exemplo de planilha para você fazer o download e dar o primeiro passo para organizar suas atividades financeiras.

O que é o fluxo de caixa?

São inúmeras as movimentações financeiras de dentro de um negócio. Recebimentos, investimentos, despesas fixas e variáveis e etc.

O importante é que se tenha em mente que todas as entradas e saídas de recursos, mesmo sem ligação com a atividade principal de uma entidade, devem ser registradas no fluxo de caixa.

Algo extremamente simples, mas, quando negligenciado, pode levar facilmente um negócio a falência. Portanto, o seu controle de fluxo de caixa é a base sólida da sua organização financeira.

Como elaborá-lo?

A planilha de fluxo de caixa deve ser automatizada, devendo estar baseada em alguma plataforma eletrônica para que os erros manuais possam ser evitados. Ela também deve contar com uma coluna para o registro do saldo inicial das disponibilidades e, na sequência, para a entrada dos recursos, que serão os recebimentos de qualquer natureza.

Depois é só registrar todas as saídas. Da comparação desses valores, será computado o fluxo de caixa do período, que representa quanto a empresa tem disponível para gastar, reinvestir ou distribuir aos seus sócios.

O fluxo de caixa é um controle de caráter contínuo, ou seja, é realizado a todo instante sobre as entradas, saídas e, no geral, ou seja, os recursos financeiros de uma empresa.

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Quais as suas vantagens?

Aumenta a produtividade da organização, já que permite um melhor controle de como estão as finanças, possibilitando uma visão diferenciada dos recursos. Outra vantagem é a criação de categorias de entradas e saídas. Com base nisso, o gestor pode entender melhor o fluxo de recursos, identificando os gastos e os clientes, os eventuais problemas com inadimplência, entre outros.

Falhas, erros e desvios também são minimizados com a planilha de fluxo de caixa. Com a padronização das atividades, qualquer irregularidade fica mais fácil de ser percebida por parte dos gestores. Há um menor número de retrabalhos e uma maior eficiência na inserção dos dados, o que auxilia no processo de tomada de decisão.

Quais os cuidados na elaboração da planilha de fluxo de caixa?

Alguns cuidados são essenciais na planilha de fluxo de caixa. O primeiro deles é atualizar diariamente as informações, para que a ferramenta reflita a realidade da empresa. Outro ponto importante é o detalhamento das informações e o reconhecimento de todos os lançamentos, independentemente do valor deles.

Além disso, uma planilha não deve ser uma mera ferramenta financeira e, sim, utilizada de maneira estratégica pelos gestores. É preciso lembrar de inseri-la no planejamento da organização e usar os seus dados para projetar e entender as finanças e o futuro da empresa.

Também não se deve supor que apenas o fluxo de caixa será a solução para todos os problemas de gestão financeira. Plataformas de gestão financeira são essenciais, pois a maioria delas já vem com fluxo de caixa integrado. Assim, você pode gerar relatórios financeiros muito úteis para qualquer entidade.

Neste post, você viu a importância da planilha de fluxo de caixa e também compreendeu os elementos que fazem parte dela. Também vimos as vantagens de sua utilização na gestão financeira da empresa. Por fim, viu os cuidados cruciais que fazem parte desse processo.

Que tal fazer o download de uma planilha de fluxo de caixa para dar mais um passo rumo ao sucesso do seu negócio!

Fluxo de caixa é indicativo da saúde da empresa. Entenda como!

A falta de controle dos recursos monetários de uma empresa pode levá-la rapidamente à falência. Nesse sentido, o fluxo de caixa compõe boa parte da importância desse controle que mantém a companhia funcionando.

É comum que pequenas e microempresas tenham dificuldade em manter uma forte gestão do seu fluxo de caixa, muitas vezes, por não compreenderem o que ele representa e de que forma pode afetar suas decisões.

Quer saber como otimizar sua gestão de fluxo de caixa e alavancar sua organização? Então este artigo foi feito para você!

O que é fluxo de caixa? 

Ele pode ser definido como o registro das movimentações financeiras que acontecem dentro da empresa — as famosas entradas e saídas. 

É uma ferramenta tanto de controle como de gestão, utilizada pelos empresários para auxiliar na tomada de decisão. Ela também fornece uma melhor visualização do desempenho financeiro da companhia. Possibilitando o redirecionamento de recursos e o manejamento de gastos.

Como pode auxiliar na tomada de decisão? 

Os dados do fluxo de caixa são arquivados pela empresa em seu balanço e, quando há uma organização financeira eficiente, essas informações podem se tornar indispensáveis para a tomada de decisão.

Por exemplo: analisando as movimentações financeiras entre dois ou mais períodos, é possível criar parâmetros de quais setores geraram um maior faturamento ou prejuízo.

Desse modo, você poderá observar mais claramente os dados de cada fase da empresa e comparar seus períodos sempre que achar necessário. Tudo graças ao registro do fluxo de caixa, indicando faturamentos, gastos, investimentos etc.

Como pode otimizar meu controle financeiro? 

A falta de controle do fluxo de caixa pode levar facilmente ao caos financeiros. Assim, as empresas geram uma maior quantidade de obrigações em seu passivo ou acumulam a inadimplência.

Com um fluxo de caixa bem desenvolvido, você tem um controle rigoroso daquilo que entra e sai de sua companhia, além da capacidade de comprovar de onde vem esse dinheiro para evitar problemas posteriores com o fisco, por exemplo.

De que maneira ajuda no gerenciamento de gastos? 

Os supérfluos, infelizmente, são uma constante presente na maioria das empresas e, por serem sutis, fica difícil detectá-los sem a ajuda de alguma ferramenta de gestão.

Dando uma boa olhada no fluxo de caixa do período, será mais fácil encontrar e comparar os gastos em excesso nos setores. Isso evita a perda de recursos indispensáveis para a empresa, a fim de otimizar seu lucro.

Como o fluxo de caixa pode assistir o meu planejamento financeiro?

Fazer previsões da situação financeira da empresa também é dever do gestor que cria diretrizes a fim de evitar contratempos, sempre fazendo a comparação dos períodos.

Por ter todas as informações financeiras da empresa, o fluxo de caixa é indispensável para o planejamento estratégico. Ele ajudará na estipulação de metas reais para o período, fazendo previsões de recebíveis e de gastos com precisão.

Assim, você também terá ideia melhor do quanto pode reinvestir na otimização do seu negócio. Seja produto ou serviço, o bom gestor estará sempre atento a novas oportunidades de investimento.

Mais do que importante, manter uma forte gestão do seu fluxo de caixa é imprescindível para a saúde da empresa. Além de manter o controle das movimentações, ele oferece dados para guiar a sua tomada de decisão a fim de garantir um bom retorno.

Gostou do conteúdo? Então aprenda mais sobre o papel da gestão financeira e otimize sua forma de dirigir a empresa!

5 dicas para organizar a gestão financeira empresarial

gestão financeira empresarial demanda tempo, disciplina e conhecimento. Então, é comum que as empresas tenham dificuldade para manter tudo em ordem. Por exemplo, controlar bem o fluxo de caixa e a entrada e saída de documentos e notas fiscais.

Porém, em um mercado competitivo e um cenário de fiscalizações intensas, esses deslizes podem prejudicar o seu negócio e gerar problemas com os clientes, com os fornecedores e com os órgãos governamentais.

Por ser assim, no texto de hoje listamos algumas dicas para que você consiga organizar as suas finanças e possa evitar problemas decorrentes da desorganização financeira. Confira!

1. Separe suas contas

Não cometa o erro de misturar as suas finanças pessoais com as da empresa. Então, defina um valor de retirada mensal e use apenas esse dinheiro para os seus gastos pessoais.

A confusão entre as despesas, além de prejudicar o controle, pode gerar problemas com a fiscalização e com a declaração de imposto de renda. Então, fique atento e, se for o caso, coloque um terceiro como responsável pelo seu pagamento e pelo controle diário do caixa.

2. Seja disciplinado

Ainda que tenha um contador e um software de gestão à sua disposição, é importante que acompanhe o andamento dos trabalhos, verifique se todos os registros estão sendo feitos e participe com frequência.

Lembre-se de que o sucesso do seu negócio depende disso, então o maior interessado tem que ser você. Tire suas dúvidas, pesquise e esteja sempre em busca de soluções melhores e mais modernas.

3. Estabeleça uma rotina

Caso tenha uma equipe, converse com os profissionais e defina quem será o responsável por determinada tarefa. Isso facilita a execução das atividades, aumenta o controle e estimula o cumprimento fiel das obrigações designadas.

O interessante é que, com a rotina, o fluxo do trabalho ficará mais organizado e você conseguirá controlar melhor suas notas fiscais, seus relatórios contábeis, seus prazos de pagamento etc.

Se você for responsável pela maioria das demandas, faça o mesmo. Estabeleça uma sequência de ações, datas e prazos para realizá-las. Isso fará com que não se esqueça das obrigações e tenha a oportunidade de identificar pontos de melhoria na operação.

4. Contrate profissionais especializados

Priorize a contratação de um escritório de contabilidade com profissionais qualificados para fazer o acompanhamento e analisar as contas da sua empresa. Veja isso como um investimento na segurança do seu negócio.

Os contadores verificarão as questões legais — principalmente os impostos — e darão insumos para ajudar você a decidir qual direção seguir.

5. Use softwares de gestão

Outra forma essencial para controlar as suas finanças é usar a tecnologia a seu favor e contratar softwares de gestão. Eles podem automatizar relatórios e tarefas, criam agenda de compromissos, controlam o estoque, compras, vendas e muito mais.

Além de serem seguros e contarem com backup automático dos dados, essas plataformas agilizam as atividades rotineiras e reduzem a burocracia e o retrabalho. Basta encontrar uma plataforma que se encaixa bem dentro da sua realidade.

Com todas essas dicas, cuidar da gestão financeira empresarial ficará bem mais fácil. O bom é que isso vai interferir positivamente no andamento dos processos da empresa e na consolidação dos serviços perante terceiros.

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Como a otimização de processos ajuda o setor financeiro?

Para falar de mapeamento e otimização de processos, primeiro temos que entender o que processo significa. Um processo é um conjunto de atividades executadas num determinado fluxo que tem como objetivo um resultado final.

Por exemplo, o passo a passo executado para elaboração de uma proposta de venda é um processo.

Nesse post, falamos sobre a importância do mapeamento e otimização de processos para o crescimento de uma empresa. Também mostramos por onde começar uma gestão orientada a processos.

A importância da otimização de processos

Uma empresa possui várias áreas e cada uma delas seus respectivos processos. Logo, é natural que o mapeamento dos processos comece pela principal atividade da empresa e depois chegue até às áreas chave.

Uma vez que seus processos estão mapeados você deve preparar o passo seguinte: otimização de processos.

Com o mapeamento concluído e o processo em operação, você ganha uma visão mais ampla do fluxo de atividades. Assim, consegue otimizar seu processo para alcançar um resultado melhor com menos esforço

O mapeamento e otimização de processos melhoram a operação da empresa. Identificando pontos de melhoria nas áreas e os ajustando, você evita erros e traz economia de tempo e recursos na sua empresa.

Além disso, a visão sistêmica que é adquirida com uma gestão orientada a processos permite tomadas de decisão mais assertivas e estratégicas.

Otimização de processos no setor financeiro

A saúde financeira é um indicador de uma operação bem feita e um modelo de negócio sustentável. É no setor financeiro que você tem a certeza de que suas contas estão fluindo bem e seu negócio terá continuidade.

Mapear e otimizar os processos do setor financeiro é vital para eliminação de erros, redução de custos, e entendimento real da saúde financeira do negócio.

Sem um entendimento detalhado das finanças, você pode estar remando contra a maré e não perceber.

Dicas para melhorar a otimização dos processos na sua empresa

Agora que você já sabe o que é a otimização de processos e a sua importância no departamento financeiro, confira algumas dicas para implementá-la com sucesso na sua empresa.

Conheça a rotina da sua empresa

Se mapear os processos é saber exatamente o passo a passo para concluir qualquer atividade na empresa, não podemos deixar de conhecer bem nossas rotinas.

Para isso, todos os envolvidos com a rotina empresarial devem estar comprometidos no mapeamento dos procedimentos diários.

Esse mapeamento pode ser criado com base em um fluxograma das atividades.  Este deverá apresentar quais são os principais processos executados, os funcionários envolvidos, as áreas, os recursos e o que está sendo trabalhado em cada uma dessas tarefas.

Se você ainda não conhece nenhuma teoria sobre o mapeamento de processos, um caminho mais fácil é listar em sequência tudo o que envolve aquela atividade, do primeiro ao último passo.

Conhecendo bem a rotina, você já terá alguns recursos para possíveis melhorias de determinado processo.

Utilize a tecnologia na padronização dos processos

A maior aliada da otimização de processos é a tecnologia. Ela é essencial quando o assunto é a padronização, eficiência e racionalização de recursos.

É essencial o investimento em tecnologia para a otimização dos seus processos. Existem muitas soluções para diversas áreas e atividades específicas de uma empresa.

A tecnologia vai te ajudar a seguir o processo e também automatizar alguns passos. Isso te permite economizar tempo, evitar que algum passo seja esquecido pelo caminho e os retrabalhos.

Agora que você sabe a importância do mapeamento e otimização dos seus processos, não deixe a evolução do seu negócio para depois. Conheça bem sua rotina e utilize a tecnologia para melhorar seus resultados.

Se você não sabe por onde começar, procure por empresas que fornecem soluções de otimização de processos ou de consultoria em processos. Se você pensa em otimizar os processos do financeiro, não deixe de entrar em contato com o Fatura Simples.